Hoje... Notei que faço muitas coisas tentando ser agradavel. talvez eu não deveria fazer nada pra agradar, mas faço e depois me pergunto por que faço tanto para deixa pessoas felizes? E...
Hoje vi que não é errado deixar pessoas felizes, porem, eu não deveria estar triste com isso, muito menos aborrecida por não estar feliz.
Agradei o maximo de pessoas possivel acreditando que ficaria feliz também. É aquela velha historia de "Faça alguém feliz e você também será feliz." ou " Felicidade é uma recompensa. Você deve merece-la.".
Eu não consigo acreditar em ninguém.
Não de verdade.
Tudo fica confuso, obscuro e frio.
Sempre me dizem que você nunca deve ser totalmente feliz, mas isso é cruel. Nunca diga isso a alguém, pois quando me disseram isso, eu me conformei em não estar totalmente feliz e desde então, por quase 5 anos, eu nunca tentei ser mais feliz, mais satisfeita, mais agradecida ou compreendida totalmente.
E agora não sei mais o que é ser algo parecido com o que já reconhceram como... EU!
Acho que isso é o que chamam de personalidade confusa.
sábado, 26 de novembro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Imagino a solidão
Há alguns dias tive vontade de conversar com alguém, mas somente alguém que pensasse como eu...
Mas, imaginei desde o inicio que, infelizmente, eu não tinha tanto tempo assim: Apenas quinze minutos para o fim do meu almoço.
Nunca é fácil ter alguém perto, assim como não é confortável que todos estejam longe.
Sinto que a única pessoa que entendeu tudo desde o inicio nunca mais opinará e isso não me conforta muito.
Tenho que aprender a trabalhar sozinha com o que minha cabeça inventa e tentar levantar barreira entre tudo que me enlouqueça e o que possa me fizer feliz.
Acho que não estou muito feliz com essa situação, mas, no mínimo, não estou louca! Pelo menos é disso que estou tentando me convencer.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
ιмαgιησ ∂σ ιηι¢ισ
ιмαgιησ ∂σ ιηι¢ισ como seria um dia poder escrever um diario sem ter que usar papel e lápis. Assumo que não era nada facil graças as edições da consciencia. Quer escrever o que realmente aconteceu, mas nem sempre sua propria consciencia poderia suportar certas coisas... ou coisas muito erradas que você não foi capaz de evitar. Você pensa amar alguém, mas na hora de escrever, lembra como uma paixonite aguda pode ser momentaneamente boa, no entanto, quando acaba olhar pra pessoa é constrangedor... isso, é claro, nos casos em que não nos manifestamos a pessoa em questão.
Agora mesmo, que não escrevo no papel, que não preciso mais do lápis, que não tenho nenhuma paixonite pelo garoto que talvez fosse o certo: Não sei se devo afirmar, talvez seja o certo, convencer-me que a simplesmente escrever.
Portanto, digo desde já: cada palavra dita ou escrita sera impulssiva, sera direta e acima de tudo que ιмαgιησ ∂es∂e σ ιηι¢ισ sera inteiramente мιηhα!
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