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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Imagino a solidão

Há alguns dias tive vontade de conversar com alguém, mas somente alguém que pensasse como eu...
Mas, imaginei desde o inicio que, infelizmente, eu não tinha tanto tempo assim: Apenas quinze minutos para o fim do meu almoço.
Nunca é fácil ter alguém perto, assim como não é confortável que todos estejam longe.
Sinto que a única pessoa que entendeu tudo desde o inicio nunca mais opinará e isso não me conforta muito.
Tenho que aprender a trabalhar sozinha com o que minha cabeça inventa e tentar levantar barreira entre tudo que me enlouqueça e o que possa me fizer feliz.
Acho que não estou muito feliz com essa situação, mas, no mínimo, não estou louca! Pelo menos é disso que estou tentando me convencer.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

ιмαgιησ ∂σ ιηι¢ισ

ιмαgιησ ∂σ ιηι¢ισ como seria um dia poder escrever um diario sem ter que usar papel e lápis. Assumo que não era nada facil graças as edições da consciencia. Quer escrever o que realmente aconteceu, mas nem sempre sua propria consciencia poderia suportar certas coisas... ou coisas muito erradas que você não foi capaz de evitar. Você pensa amar alguém, mas na hora de escrever, lembra como uma paixonite aguda pode ser momentaneamente boa, no entanto, quando acaba olhar pra pessoa é constrangedor... isso, é claro, nos casos em que não nos manifestamos a pessoa em questão.
Agora mesmo, que não escrevo no papel, que não preciso mais do lápis, que não tenho nenhuma paixonite pelo garoto que talvez fosse o certo: Não sei se devo afirmar, talvez seja o certo, convencer-me que a simplesmente escrever.
Portanto, digo desde já: cada palavra dita ou escrita sera impulssiva, sera direta e acima de tudo que ιмαgιησ ∂es∂e σ ιηι¢ισ sera inteiramente мιηhα!